Problemas que afectam a fertilidade

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mulher grávidaSegundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), infertilidade significa não conseguir engravidar após dois anos a ter relações de forma regular (sem usar métodos anticonceptivos) e que não exista outra razão para não conseguir engravidar, como estar a amamentar ou amenorreia (ausência de menstruação) depois de um parto. No entanto, existem muitos hábitos ou problemas que afectam negativamente a fertilidade. Conheça a seguir alguns dos mais importantes.

A fertilidade diminui com a idade. A partir dos 35 anos, reduzem-se as probabilidades de gravidez devido à menor qualidade dos óvulos. Da mesma forma também tem influência o peso, já que tanto um excesso como a falta de gordura corporal pode alterar os estrogénios, interferindo no ciclo reprodutivo. As afectadas por problemas de alimentação, deficiências alimentares, vegetarianas com carência de certos nutrientes e desportistas de alto rendimento estão mais sujeitas a este risco.

O tabaco é um dos piores hábitos em todos os sentidos, pois para além de afectar a fertilidade (altera a ovulação e a fecundação), a função tubária, os níveis hormonais, a implantação, aumentando ainda o risco de inflamações na região pélvica, porque diminui as defesas. Também se acredita que pode aumentar o risco de gravidez ectópica e de abortos espontâneos.

Têm ainda influência negativa o consumo de drogas e de álcool.

Os factores ambientais, como uma exposição prolongada a químicos ou a ondas electromagnéticas também estão associados à infertilidade.

Por outro lado, os problemas emocionais, como a depressão ou o stress podem também alterar os níveis hormonais e a ovulação.

As doenças infecciosas na região da pélvis têm também uma influência negativa na fertilidade, incluindo as doenças venéreas (clamídia e gonorreia), a tuberculose pélvica, apendicite aguda e o aborto séptico.

Por último, também têm influência a radioterapia e a quimioterapia, dependendo das doses e da idade em que ocorreram.

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