Transtorno de conduta, o que fazer?

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transtorno de condutaAs crianças e os adolescentes comportam-se mal algumas vezes, mas o transtorno de conduta é diferente e vai mais além da picardia e da rebelião.

Sob esta circunstância as crianças mostram-se agressivas, com um comportamento hostil e desordenado, o qual se designa como transtorno quando este tipo de comportamento de mantém por mais de seis meses.

Os nossos filhos poderão padecer deste tipo de transtorno quando têm dificuldade em cumprir as normais que a maioria das outras crianças aceita. Desobedecem permanentemente mesmo quando sabem que irão ter um castigo pesado.

Mostram uma conduta destrutiva, são sempre contestatários, recusam-se a cumprir as suas obrigações diárias e não ligam à sua higiene pessoal.

Há que ter atenção quando: Fazem mal a si mesmos, aos animais ou a outras pessoas, mentem e/ou roubam, estragam os bens das outras pessoas, não têm bom rendimento escolar (não estudam e faltam) ou também quando começam a beber álcool ou a consumir drogas e mantém discussões permanentes com figuras de autoridade.

Muitas vezes apresentam também condutas anti-sociais, como por exemplo cuspir nas outras pessoas, excessos de ira e raiva e serem demasiado ofensivos para com os outros sem se importarem com os seus sentimentos.

Este transtorno é um sinal de alarme que indica que algo se passa com os nossos filhos no seu interior. Pode ser um passo para a puberdade ou a resposta em relação a um acontecimento familiar importante como um divórcio ou uma morte, etc.

O transtorno de conduta não deve ser confundido com depressão ou hiperactividade, pois muitas vezes as crianças ou adolescentes mais sensíveis podem tentar defender-se com atitudes mais ofensivas para evitarem ser magoados, e os hiperactivos são impulsivos e podem chegar ao ponto de ter atitudes como as nomeadas anteriormente, mas num outro tipo de plano.

É aconselhável que este tipo de patologia seja seguida por um especialista logo desde o início, mas nós como pais devemos actuar sem perder o controlo da situação.

É importante não se mostrar distante ou pressionante, devendo mostrar que valoriza as virtudes do seu filho e felicitá-lo quando faz algo digno de nota.

Fale também com os professores do seu filho que lhe poderão dizer o que ele gosta mais de fazer e o que precisa. Mostre um apoio incondicional ao seu filho na sua condição de pai ou mãe, mas com a ajuda de um profissional poderá conhecer melhor o seu filho e enfrentar convenientemente esta situação.

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